12 de ago de 2010

Atropelo

Tá tudo bem!
A cidade está azul e quente como deveria ser,
Os desafios e os vestidos seguem adiante, aumentando a ludicidade dos dias.
Até tenho feito coisas diferentes, conhecido pessoas.
Estou quase radiante.
Planejo. Ou não.
E aí me atropela uma fagulha da sua existência.
Que não necessariamente me causa desconforto.
Mas me lembra que você está por aí. Sendo.
Aí não tem jeito...
eu me lembro mesmo que te amo.

3 de ago de 2010

A graça das coisas

As coisas do mundo são todas elas engraçadas.
Como aquela vontade de morrer só um pouquinho que dá de vez em quando.
Que logo na sequência é substituída por sopros imensos de esperança e planos e vontades e euforias...
Como as pessoas que passam sem que a gente perceba
E ao passar podem ser tudo, podem esconder tantas histórias, todos os segredos, podem trazer chatas surpresas consigo ou exatamente tudo aquilo que precisávamos.
Nunca as encontraríamos, se nunca tivéssemos, ao acaso, seguido naquela torta direção.
As coisas que planejamos têm assim, também, a sua peculiaridade. Sobretudo quando nos geram frustrações.
Nada irrita mais que as coisas que sabemos e sentimos que vão dar errado, mas que mesmo assim cavamos calejando as próprias mãos e enchendo as unhas de terra.
As coisas do mundo são todas elas engraçadas,
E esses dias malucos que trazem de cada vez essas bagunças, ah! Acho que eles também se riem de mim...